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Mendes Review: Worlds Collide 2020

No último sábado, dia 25 de Janeiro, a WWE realizou mais uma vez o evento Worlds Collide diretamente de Houston, no Texas. O Worlds Collide desse ano teve a temática de NXT vs. NXT UK, contando com 6 lutas no evento. Sem mais delongas, vamos a análise e as notas das lutas do evento:

Kay Lee Ray vs. Mia Yim

Yim se comportou como uma estrela, parecendo muito forte enquanto lutava contra a “melhor” do NXT UK. Ray também colaborou com essa postura de Yim, embora sua trapaça para vencer a luta parecesse um pouco desnecessária, a menos que o plano fosse para criar uma futura rivalidade entre as duas. Levando em conta que elas não são do mesmo NXT, é algo meio impossível.

Deixando o final brochante pra lá, a crowd estava focada na luta, as duas lutadoras estavam bem e o resultado foi o começo do evento que tinha potencial de roubar os holofotes do Royal Rumble.

Vencedora: Kay Lee Ray – Nota: 7.8/10

Finn Bálor vs. Ilja Dragunov

Um dos únicos pontos ruins dessa luta foi ela não ter sido no Reino Unido, a crowd estaria apoiando mais Dragunov e a vitória de Bálor teria um impacto ainda maior. A luta foi uma representação perfeita de como Bálor está após uma passagem desastrosa pelo main roster. De volta ao NXT, ele redescobriu sua paixão e agressão e é o favorito (Após Ciampa) para destronar Adam Cole pelo NXT Championship.

Ele traz credibilidade com ele como o primeiro Universal Champion, e o resultado é uma oportunidade de redefinir o NXT como uma marca legítima e de alto nível na WWE, ao invés de ser a terceira brand. Foi uma luta boa que mostrou o potencial dos lutadores. Uma ótima maneira de realmente começar o show.

Vencedor: Finn Bálor – Nota: 8.2/10

Fatal 4-Way Match pelo NXT Cruiserweight Championship

Todas as vezes que vemos lutas com cruiserweights, os spots criativos e o ritmo intenso são quase sempre garantidos, além da surpresa que o título agora está no NXT UK. Banks foi a estrela da luta e se envolveu em todos os spots memoráveis, deixando realmente uma ótima impressão no público. Ele parecia uma estrela, mas não foi o que levou a melhor, levando em conta que ele foi bem importante na luta.

Devlin é um ótimo lutador e já mostra isso a muito tempo. Seu trabalho com Walter e David Starr na Europa era quase cinematográfico em sua arte, e sua luta com Tyler Bate no TakeOver: Blackpool II roubou o show. Fiquei triste com a derrota de Garza, Isaiah e Banks, mas feliz com a vitória de Devlin, que já vinha merecendo um título a um tempo.

Vencedor: Jordan Devlin – Nota: 8.3/10

DIY vs. Moustache Mountain

Quer uma palavra pra definir essa luta ? Incrível. A gente já sabia o potencial da DIY e da Moustache Mountain, e eles não fizeram feio no ringue. A crowd tava apoiando muito a luta e o final da mesma foi algo sensato e bom. Foi um pouco preocupante ver Ciampa ficar protegendo seu pescoço nos golpes, mas ok. Talvez ele estivesse simplesmente vendendo os golpes da Moustache Mountain, mas até Gargano claramente fez questão de perguntar a ele.

A questão agora é o que Triple H vai fazer com a DIY, já que o público quer que eles voltem como dupla mas ambos ainda têm muito pra fazer individualmente. Além disso, Bate e Seven são grandes babyfaces do wrestling. É um tanto surpreendente que eles não sejam mais tão utilizados quanto deveriam no Reino Unido.

Vencedores: DIY – Nota: 9.5/10

Rhea Ripley vs. Toni Storm pelo NXT Women’s Championship

Pra quem assistiu, pareceu que a luta foi muito cortada, talvez por causa das outras lutas do card. Porém, mesmo que as duas lutadoras não tenham mostrado todo seu potencial, ainda sim foi uma luta realizada inteligentemente pela WWE. O esperado aconteceu, já que Ripley reteu seu título e é muito provável que ela vá manter esse título por um bom tempo.

Com Ripley sendo anunciada para defender seu título contra Bianca Belair no NXT Portland, os fãs ficam imaginando o que virá a seguir para Storm, cujo uso no NXT tem sido questionável, para dizer o mínimo.

Vencedora: Rhea Ripley – Nota: 8/10

Imperium vs. Undisputed Era

A infeliz lesão sofrida por Wolfe teve um efeito imprevisto na luta: transformou a Imperium nos babyfaces da luta. A luta de 3 contra 4 mostrou que não precisa se ter o número exato de participantes para fazer algo incrível. Walter foi a verdadeira estrela do combate, sendo o cara dominante que sempre foi e com a crowd vibrando em cada um de seus golpes.

A narrativa era fenomenal, a capacidade da Undisputed Era de receber os chops de Walter e não morrer era uma prova de persistência, além da crowd perfeita. Uma luta que foi hypada desde o anúncio do Worlds Collide e que certamente é a primeira candidata para luta do ano de 2020.

Vencedores: Imperium – Nota: 10/10

Na minha opinião, o evento merece uma nota 9. Todas as lutas foram boas, mas nós sabemos que algumas delas tinham muito mais potencial. E vocês, que nota dariam para as lutas do evento ? Até mais!

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