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Revelado o motivo para a The Shield nunca ter se enfrentado na WrestleMania

Seth Rollins revela que os planos para um combate na WrestleMania existiram, mas nunca se concretizaram.

Reprodução: WWE
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Um dos grandes marcos de 2012 na WWE foi a estreia da The Shield, que aconteceu de forma surpreendente em novembro, durante o Survivor Series. Na época, o trio formado por Seth Rollins, Dean Ambrose (Jon Moxley) e Roman Reigns ajudou CM Punk a se manter como WWE Champion.

O grupo teve uma passagem meteórica pela WWE. Entre recordes com o WWE Tag Team Championship e vitórias memoráveis — como em 2013, quando derrotaram Kane e The Undertaker em um episódio do SmackDown, em Londres — foram inúmeras as ocasiões em que o trio fez história.

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No entanto, em 2014, a famosa traição de Rollins encerrou o grupo. Logo após a rivalidade com a Evolution (Triple H, Randy Orton e Batista) aparentemente chegar ao fim, o “Visionary” atacou seus parceiros pelas costas e se juntou à recém-formada The Authority.

Após a separação, muito se especulou sobre um confronto entre os três em um evento principal da WrestleMania, mas isso nunca aconteceu.

Seth Rollins, porém, em entrevista ao The Sal Licata Show, revelou planos que chegaram a ser considerados para a The Shield e que envolveriam o trio, embora não necessariamente em uma Triple Threat Match.

“Sim, essa foi uma ideia. Para contextualizar: a separação inicial da The Shield estava planejada para acontecer na WrestleMania 30. Roman Reigns enfrentaria Dean Ambrose, e eu seria o árbitro especial convidado. Eu nem participaria da luta.”

Esse combate entre Reigns e Ambrose chegou a acontecer, mas apenas em 2016, durante uma edição do WWE Battleground. Rollins explicou que, na época, a decisão partiu de Vince McMahon, embora não o tenha citado nominalmente.

“Acabamos fazendo essa luta de forma aleatória em um Battleground, se não me engano. Nós três — Roman, Dean e eu — fomos contra essa ideia, porque acreditávamos que era um verdadeiro evento principal de WrestleMania. No fim, fomos vencidos pelo nosso chefe da época, que hoje já não faz mais parte da empresa.

Até hoje, pelo menos para mim, esse é um dos meus maiores arrependimentos: não termos conseguido fazer essa luta do jeito certo e contar a história adequada no maior pay-per-view do ano.

Então é isso. Essa é a minha versão da história. Houve muitas conversas sobre o assunto — por que aconteceu, quando aconteceu e quando deveria ter acontecido. E, para mim, fica o lamento de não termos feito da maneira certa.”